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Dicas de Câmbio
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OUTRAS DICAS |
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- Não deixe para comprar a moeda
estrangeira na última hora. Assim você tem mais
tempo para fazer pesquisa de cotações.
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Nas suas viagens internacionais, procure levar
uma moeda estrangeira que seja aceita no país
que será visitado, ou que possa ser facilmente
trocada por outras, como o dólar norte-americano. |
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- Há bancos que cobram comissão
sobre a compra e venda de moeda estrangeira. O
comprador deve perguntar se há cobrança, porque
alguns funcionários de bancos não avisam, se você
não perguntar. Inclua esta comissão nos custos
quando for fazer sua pesquisa de preços.
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Alguns bancos só vendem moeda estrangeira para
seus clientes. Informe-se com antecedência para
evitar apuros de última hora. |
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Como comprar moeda estrangeira
Ao viajar para o exterior, o turista deve levar
uma moeda estrangeira que seja aceita no país que será
visitado, ou que possa ser facilmente trocada por outras,
como o dólar norte-americano. Vale sempre se informar
antes sobre moedas têm melhor aceitação no país visitado.
As operações de compra e venda de moeda para pessoas que
vão viajar ao exterior são feitas no chamado mercado de
câmbio turismo. A cotação é expressa em R$ por unidade
da outra moeda.
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Limites para a compra
As normas cambiais não impõem limites para compra
de moeda estrangeira em casos de viagens ao exterior.
No entanto, de acordo com a resolução 2.524 do Banco Central,
se o valor comprado ultrapassar R$ 10 mil é preciso declará-lo
à Receita Federal, antes de sair do País. Não há prazo
para viajar após a compra.
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Documentos necessários para a compra
Para comprar moeda estrangeira, é preciso apresentar
o documento de identificação (RG) e o CPF. A compra deve
ser feita pela própria pessoa. Para os valores acima de
R$ 10.000,00 o pagamento deve ser feito via TED (entregamos
a moeda no mesmo momento) DOC (entregamos a moeda no dia
seguinte) ou cheque (neste caso a moeda estrangeira será
entregue após a compensação). Abaixo deste valor, a compra
pode ser paga em espécie (reais) e a moeda estrangeira
é entregue no ato.
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Diferenças de preços entre o dólar turismo e o
paralelo
O dólar turismo é negociado no mercado formal,
por instituições financeiras autorizadas pelo Banco Central.
Pessoas que tenham o objetivo de viajar ao exterior podem
comprar dólar turismo (ou outra moeda estrangeira) em
espécie e traveller check ou cartão VTM. Já o dólar paralelo
é a moeda em espécie negociada fora dos meios oficiais.
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O que fazer com a moeda na volta da viagem
A regulamentação em vigor não impõe a venda da
moeda estrangeira que sobrou da viagem. Desta forma, não
é ilegal guardar dólares como reserva de valor. Mas, na
hora da venda, as negociações devem ser feitas sempre
em instituições autorizadas.
A pessoa que está saindo ou entrando no País tem que declarar
os recursos - dinheiro, cheques, travellers checks - que
está levando ou trazendo, em casos de quantias que superem
o equivalente a R$ 10 mil. É preciso ir até um dos postos
da Receita Federal, que tem balcões nos aeroportos internacionais
e adquirir a Declaração de Porte de Valores. Os valores
guardados devem constar da declaração do Imposto de Renda.
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Dólar como aplicação financeira
No Brasil, em períodos de grande instabilidade
econômica e inflação elevado, o dólar era muito procurado
como investimento. Atualmente, o investimento em dólar
não promete, regra geral, boa rentabilidade, porque a
economia brasileira está muito mais estável.
Quem compra dólar como investimento também deve lembrar
que há uma diferença relevante entre o preço de compra
e o de venda da moeda, o chamado "spread". Assim, o investimento
nesta moeda só valeria a pena se ela subisse tanto que
compensasse o "spread", como aconteceu na desvalorização
do real no começo de 1999, e ainda garantisse um bom retorno
na comparação com os demais ativos.
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Cartão de Crédito - Problemas com câmbio flutuante
e impostos |
O cartão
de crédito tem dois problemas principais: câmbio flutuante
e incidência de 2% de Imposto sobre Operações Financeiras
(IOF) nas despesas realizadas no exterior (apenas sobre
compras, não sobre saques).
Quando o consumidor faz compras no exterior, sua despesa
é registrada na moeda local. No vencimento da fatura,
estas despesas serão convertidas para reais, ao câmbio
do dia. Ou seja: o consumidor assume o risco de o dólar
estar valendo mais do que em relação ao dia da compra,
o que vai significar desembolso maior em reais.
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